Manoela Monteiro - ARTE & POESIA

Formada em Direito pela Puc-Rio, Manoela Monteiro atuou como advogada por 10 anos, até que a partir de 2015 começou a buscar caminhos alternativos, passando a explorar temas de seu interesse sem correlação com o Direito. Iniciava sua formação livre e, posteriormente, muitos desses temas passaram a ter papel central em sua pesquisa artística. De 2015 pra cá realizou cursos e estudos em psicanálise, artes, história da arte, criatividade e escrita. Em 2020 deixou a carreira jurídica para se dedicar exclusivamente à arte, por meio de pinturas e poesias. "Conseguirá de relance tocar a haste pontiaguda da estrela mais brilhante sem se cegar ou deslumbrar?" Instagram: @mamonteiro O verso final de um de seus poemas parece dar uma pista do que a artista está tentando fazer por meio de suas experimentações artísticas: chegar perto daquilo que não se vê, do que está por baixo da superfície. Sua pesquisa gira em torno de temas como identidade, desejo e a força do desconhecido que age em nós mesmos e que não para de nos surpreender. Por meio da palavra, de tintas e outros materiais como carvão, a artista explora os limites do possível, tentando ao máximo se deixar atravessar por fragmentos do mundo não-visível. Em suas pinturas denota-se a busca por um equilíbrio delicado, alcançado por meio de um jogo de cores e formas muito peculiar: Título: Meu Mergulho Técnica: Acrílica e pastel oleoso sobre tela Dimensões: 155x155cm Ano: 2020 Créditos imagem: Mario Grisolli   Título: High Ballet Técnica: Acrílica e pastel oleoso sobre tela Dimensões: 60x80cm diptico Ano: 2020 Créditos imagem: Mario Grisolli   Título: Microbiografia de tempos inquietos Técnica: Acrílica e pastel oleoso sobre tela Dimensões: 110x110cm Ano: 2021 Créditos imagem: Thaiza Sartório      

Conheça Christus Nobrega

 

Artista e Professor Adjunto do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos curso de Pós-Graduação em Artes e Design da mesma instituição.

Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris e no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro. Autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004).

Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA).


O essencial de Paris: 8 passeios que não podem faltar no seu roteiro

em

Paris é a cidade dos apaixonados, dos famintos por cultura e arte, do mundo da moda, da gastronomia estrelada, do luxo ao mochileiro – todos os perfis de viagem se encaixam no destino. É um centro onde tudo acontece, o tempo todo, com muito charme francês. Começo a matéria dizendo que foi uma dificuldade escrever somente sobre os passeios essenciais de Paris, porque a cidade tem uma infinidade de lugares belíssimos para visitar e é difícil não se apaixonar pela capital da França e ficar com vontade de voltar mais (ou muitas) vezes.
“Seja livre de tempos em tempos”
Não se preocupe em encaixar tudo no roteiro, é preciso muitas viagens – ou até várias vidas – para curtir todas as maravilhas do destino. A graça é se deixar levar pelas ruas, entrar nos cafés, descobrir lugares que não estavam planejados, procurar o melhor croissant da cidade e admirar tanto os prédios da belle époque quando os mais futuristas. É clichê, eu sei, mas você vai amar Paris. Veja os passeios que não podem faltar no seu roteiro: Catedral de Notre Dame A catedral é uma das mais famosas do mundo e fica no coração de Paris. A arquitetura no estilo gótico é belíssima e seu interior é repleto de vitrais impressionantes. Sua construção começou em 1163 e terminou só em meados do século 14. Não deixe de entrar!  A fila assusta um pouco, já que são mais de 14 milhões de visitantes por ano na atração, mas anda rápido e o ingresso é gratuito. Quem quer explorar um pouco mais pode subir na torre (€6), mas tem que estar preparado para seus 422 degraus. Há também visitas guiadas gratuitas (consultar os horários no site) e pagando mais €4 você pode conhecer o “le tresor” e a cripta da catedral. Curiosidade: quem viu o filme “O Corcunda de Notre Dame” pode relembrar as cenas, que foram inspiradas na catedral. Mais informações no site oficial: http://www.notredamedeparis.fr Museus De arte e cultura os franceses entendem bem. Por conta disso, a cidade tem museus para todos os gostos.
dsc_0054
Quer ver a Mona Lisa? Se prepare para enfrentar essa quantidade de pessoas 😮
O mais clássico, Louvre, é um dos maiores do mundo, abrangendo obras de oito mil anos de história. Quando for visitar, não se preocupe em dar conta de tudo (é impossível). Escolha as salas que você mais se interessa e aproveite sem pressa. A dica é comprar o ingresso com antecedência no site (€15), pois a fila para comprar na hora é sempre enorme. Site oficial: http://www.louvre.fr
A famosa pirâmide do Louvre
Já o Musée D’Orsay é o preferido de muita gente, já que não é tão lotado quanto o Louvre e possui obras belíssimas, principalmente do modernismo. O ingresso custa €12. Site oficial: http://www.musee-orsay.fr/ Outros museus imperdíveis: Centre Georges Pompidou, Museu Picasso, Museu Rodin, Museu de Artes e Ofícios, Palais Galliera, Palais de Tokyo…e muitos outros.
Jardins do Musée Rodin
Montmartre O bairro bem charmoso era muito frequentado pelos artistas modernistas, que viviam em seus cafés, bares e bordéis. Atualmente o local é bem turístico, já que é onde fica a famosa igreja Sacré-Coeur (grátis) e o Moulin Rouge. Não deixe de ir à Place du Tertre, Café deux Moulins (se você for de Amélie Poulain) e o mais importante: passear em suas ruas sem muito destino.
A igreja Sacré-Coeur, em Montmartre
Dica: em Montmartre também fica o Le Murs de Je T’Aime, que é um muro com formas “eu te amo” em diferentes línguas. Ele fica dentro do parque Place des Abbesses. Torre Eiffel e Champs de Mars O maior símbolo de Paris não poderia estar de fora dessa lista. A Torre Eiffel, originalmente, era odiada pelos franceses, quando foi construída na Exposição Universal, em 1889. Hoje em dia, não dá nem pra imaginar a Cidade Luz sem ela.
Torre Eiffel lotada antes dos fogos do 14 de julho
É possível subir na torre e o preço do ingresso é dividido de acordo com os andares (compre com antecedência no site): – segundo andar com elevador (€8,50 – €11), segundo andar com escadas (€5 – €7) – último andar com elevador (€14,50 – €17) Durante os meses do inverno, há uma pista de patinação no segundo andar. >> Uma dica legal é, antes da visita, começar o dia na Rue Passy, um bairro com casarões elegantes e um ambiente muito agradável. Como é uma ladeira, há uma vista bem bonita para a Torre. Seguindo a descida, você chega no ponto turístico.
Em cima da Torre Eiffel
Depois de visitar a Torre Eiffel, não deixe de passear no parque que fica em frente, o Champs de Mars. Durante o verão é um lugar perfeito para fazer um piquenique. No dia 14 de julho, Dia da Tomada da Bastilha, há uma festa linda no local, com queima de fogos de artifício na torre. Se você estiver lá por essa época, não perca. Site oficial da Torre Eiffel: http://www.toureiffel.paris/ Champs Elysées e Arco do Triunfo Coloque um sapato confortável, porque a graça da Champs Elysées é andar do início ao fim da grande avenida, terminando no Arco do Triunfo.
dsc_0107
Detalhes do Arco do Triunfo visto de baixo
Eu recomendo começar o passeio na Place de La Concorde (que fica logo depois do Louvre e Jardins de Tuileries – dá pra juntar os dois programas) e ir caminhando sem pressa. Durante os meses de inverno, sempre há uma enorme roda gigante na praça, imperdível!
A roda gigante da Place de la Concorde
A Champs Elysées é repleta de lojas elegantérrimas e restaurantes caros. É lá também que fica uma loja da confeitaria Ladurée, famosa pelos melhores macarons da cidade  (dá vontade de comer todos os outros doces também). No final da rua se chega ao Arco do Triunfo, o monumento encomendado por Napoleão Bonaparte, que é símbolo do patriotismo francês. Vale muito a pena subir no arco para ter uma vista única da cidade. Os ingressos (€12) podem ser comprados online ou na plataforma subterrânea que fica embaixo do monumento. Site oficial: http://www.paris-arc-de-triomphe.fr/
Um dos visuais em cima do Arco do Triunfo
Admirar as pontes e andar às margens do Rio Sena Todo mundo que vai a Paris acaba caminhando em suas pontes. Ao todo, são 37 pontes que ligam as margens do Rio Sena. A mais linda delas é a Pont Alexandre III, que é toda ornamentada, inclusive com esculturas folheadas à ouro. Ela tem 160m de comprimento e foi construída em 1900, como um presente do tsar da Rússia Alexandre III aos franceses. Um dos maiores pontos turísticos de Paris para os casais era a Pont des Arts, mas há poucos anos o governo francês retirou todos os cadeados, já que eles estavam fazendo muito peso e prejudicando a estrutura da ponte. Agora, os apaixonados estão colocando seus cadeados na Pont Neuf, que fica ao lado e é a mais antiga da cidade.
A Pont des Arts antes do cadeados serem removidos
Caminhar pelo Rio Sena é um dos charmes de Paris. As margens do rio são divididas como rive droite e rive gauche (direita e esquerda). Grande parte da sua extensão têm as bouquiniste do Sena, barraquinhas que vendem livros antigos e souveniers. Nos meses de verão, é montada uma “praia” no local, com direito a cadeiras, barracas e até castelo de areia. Para nós, cariocas, pode parecer estranho, mas para os franceses é uma oportunidade de aproveitar as poucas semanas de calor na cidade. Os passeios de barco no Rio Sena também são muito famosos e há várias empresas que oferecem esse serviço. A mais famosa é a Bateaux Mouche. É interessante para ver Paris de um outro ângulo. Parques e jardins Os parques de Paris são imperdíveis em qualquer época do ano, já que cada estação tem seu charme. No verão os franceses colocam até biquíni para aproveitar os dias de sol, além de fazer piqueniques. No outono a paisagem fica toda em tons amarelados, é lindo demais. Na primavera as flores estão no auge e no inverno as árvores ficam sem folhas, mas o visual também é lindo, principalmente para nós, brasileiros, que praticamente não temos meses muito frios.
O lago do Bois de Vincennes
O mais famoso deles é o Jardins de Luxemburg. São 23 hectares com jardins floridos, pomares, mais de 100 esculturas, um palácio e até um teatro de fantoches. O Palais de Luxemburg é onde funciona o Senado e o Musée de Luxemburg fica logo ao lado.
Parc des Buttes Chaumont
Outros espaços verdes belíssimos são o Jardins de Tuileries, que fica entre o Louvre e a Champs Elysées; Parc des Buttes Chaumont, o futurista Parc de la Villette, Parc Monceau, Jardin des Plantes, Bois de Vincennes, Bois de Boulogne e Jardin d’Acclimatation. Para uma caminhada diferente, que começa nos jardins suspensos do bairro Bastilha até o Bois de Vincennes, confira esta matéria.
Uma das partes da Promenade Plantée
Versailles O Palácio de Versailles não fica dentro da cidade de Paris, mas é um passeio imperdível para quem tem uns dias menos apertados na cidade. O interior de castelo é impressionante, mas seus jardins também são uma atração à parte. Dedique um dia inteiro para conhecer o local, sem pressa. Os destaques são a Galeria de Espelhos, Domaine Marie Antoinette, que é o palácio onde vivia Maria Antonieta, com os belíssimos jardins da rainha; e todas as fontes. A dica é alugar uma bicicleta, já que o local é enorme!
Uma (pequena) parte dos jardins de Versalhes
O ingresso custa €18. Confira a programação no site, pois sempre há atrações culturais no local. Site oficial: http://en.chateauversailles.fr/ Mais dicas de Paris >> Vale lembrar que as pessoas que têm passaporte europeu entram de graça ou têm desconto em muitos museus e atrações. >> Estudantes também, não esqueça sua carteirinha internacional. >> A melhor forma de conhecer as atrações é andando, não esqueça de colocar sapatos confortáveis na mala!
Arco-íris na Praça da Bastilha ❤
Fonte: Blog Gira Mundo

Basicão de Nova York: 15 passeios imperdíveis na cidade

em

Quem vai a Nova York precisa se conformar com uma coisa: é impossível fazer tudo que se planeja. A cidade é infinita, as ruas movimentadas deixam a gente meio zonzo, mas encantado. Cada bairro tem seu charme e um pequeno (ou muito grande) universo dentro dele, com as boas que só com tempo se descobre. Não fique chateado, é assim mesmo. É bom que nunca faltam motivos pra voltar. Escrevi alguns dos passeios essenciais de NY, os basicões, que podem ser feitos de acordo com seu perfil de viagem. broadway Andar na Midtown A Midtown é onde ficam alguns dos passeios essenciais de Nova York: Times Square, teatros da Broadway, Grand Central Terminal, Central Park, uma das partes mais famosas da 5ª Avenida, Empire States Building, Bryant Park, Rockfeller Center. Vale a pena botar um sapato confortável e andar muito para conhecer. Sugestão de roteiro: A boa é começar pela estação de metrô Union Square e ir subindo a 5ª Avenida, onde estão algumas das grifes mais famosas do mundo e outras lojas interessantes. Entre a 23th e 26th fica o Madison Square Park, onde sempre rola alguma coisa: desde intervenções artísticas até feirinhas de comida.  Continue a caminhada até o famoso Empire State Building. Mais acima fica o Bryant Park e, se você andar um pouco na 42th, chega na Grand Central Terminal. Ande até a 46th com a 7ª Avenida e se está na Times Square e Broadway. Mais acima, na altura da 50th, há o Rockfeller Center, na 54th, o MoMa, e na 59th, a parte sul do Central Park.
Fotografando na Broadway, na altura de Times Square
Passar uma tarde no Central Park O parque é lindo demais, imperdível. Vá sem pressa, porque ele é enorme! Alguns dos lugares principais são: The Great Lawn, Strawberry Fields, lago Jacqueline Kennedy Onassis Reservoir, castelo Belvedere, Shakespeare Garden, Zoológico e Bethesda Terrace. Vale a pena alugar uma bicicleta para conhecer o Central Park. Há várias locadoras nos arredores. Eu fui na Central Park Sightseeing, que fica bem pertinho. Custou US$ 22 por três horas.
onde-world-trade-center
Subir em algum arranha-céu É impressionante ver a cidade do alto! Os mais famosos são o Empire State Building (US$ 32), Top of the Rock, no Rockfeller Center (U$$ 32) e o One World Observatory, no complexo One World Trade Center (US$ 38), que dizem que tem a melhor vista de Nova York (além de ser o mais alto). A minha dica é ir no final da tarde, para pegar o pôr-do-sol e ficar até o anoitecer, pra ver a cidade iluminada.
wall-street
O One World Trade Center é tão alto que é impossível ver o topo do prédio lá debaixo
Visitar o complexo One World Trade Center Depois do atentado de 11 de setembro, foi construído um complexo bem interessante no mesmo local. Ele conta com o One World Trade Center, também chamado de Freedom Tower, que funciona como um prédio comercial, mas é muito impressionante por ser o maior edifício de NY e um dos maiores do mundo. É lá que fica o observatório que eu citei acima, o One World Observatory. Além disso, há o Memorial do 11 de setembro, um museu sobre o atentado e um shopping Westfield World Trade Center. Wall Street, Trinity Church e Charging Bull A famosa rua Wall Street é onde as grandes transações financeiras de Nova York e do mundo acontecem. Vale a pena visitar para se sentir dentro dos filmes e ver a movimentação. Bem perto, fica a belíssima Trinity Church e o Charging Bull. Segundo a tradição, é preciso passar a mão no traseiro do búfalo para dar sorte (é tanta gente que faz isso, que ele está até com a pintura desgastada). _dsc0269 Ver a Estátua da Liberdade A estátua é um dos grandes símbolos de Nova York e está localizada no sul da cidade. Há duas formas de admirá-la:
  • comprando um passeio de barco que leva até a Ellis Island. Você também pode comprar um ingresso para subir até o pedestal (215 degraus) e até a coroa (354 degraus). A vista recompensa.
  • ferry-boat gratuito no Staten Island Ferry. Eu escolhi essa opção, porque não achei interessante pagar caro só pra ver a estátua. No ferry-boat você não desce na Ellis Island, mas já dá uma vista bonita do ponto turístico. Vale a pena ir no final da tarde para ver o pôr-do-sol.
meatpacking Visitar o Chelsea e Meatpacking Um dos lugares mais legais de Manhattan são os bairros Chelsea e Meatpacking – um fica do lado do outro. Minha dica é ir ao Whitney Museum, almoçar no Chelsea Market ou em algum restaurante nos arredores e depois andar na High Line. À noite, há vários bares e casas de jazz muito boas.
plant-truck
A vista do Meatpacking do terraço do Whitney Museum
Brooklyn É imperdível conhecer o Brooklyn, um dos lugares mais cool de Nova York. A poucas estações do metrô a partir de Manhattan, você pode sentir o clima alternativo da cidade com restaurantes deliciosos, passeios legais e bons lugares para se hospedar. Veja mais na matéria que eu fiz sobre lá clicando aqui.
Um “foodtruck” de plantas no Brooklyn ❤
Visitar os museus Nova York é um prato cheio para quem gosta de arte. O MoMa foi o que eu mais gostei, mas o MET – Metropolitan Museum of Art, Whitney Museum e New Museum são imperdíveis. Tem também o Guggenheim, Museu de História Natural, Tenement Museum, Brooklyn Museum e New York Transit Museum. Vale a pena dar uma olhada pra ver quais combinam mais com o seu estilo e incluir no roteiro.
Pensando que não ia conseguir ver nem 1/5 do MET em um dia só
Ir a algum rooftop Outra forma de admirar o skyline de Nova York é indo aos rooftops. Durante o verão eles ficam super animados. Um dos mais famosos é o Le Bain, que fica no Standard Hotel.O Refinery Rooftop at Refinery Hotel e o Pod 39 Rooftop também são ótimos.
Pôr-do-sol no rooftop Le Bain, com um céu de algodão doce
Loja B&H – para quem curte fotografia e eletrônicos A BH é uma meca dos eletrônicos, tem de tudo! Quem gosta de fotografia pira no lugar. Uma super dica é checar o departamento de fotografia de produtos usados. Eu comprei uma lente muito mais barata e novinha em folha.
Fotógrafos, se preparem para enlouquecer na B&H
Curtir um show de jazz e blues Nova York é conhecida pelos shows de jazz e blues de alta qualidade. Os dois principais locais para ouvir o estilo musical são no Harlem e em Greenwitch. Eu fui no Fat Cat (entrada US$ 3), que é um espaço que tem música ao vivo todos os dias e, ao mesmo tempo, é uma casa de jogos de todos os tipos. A boa é que a cerveja custa US$ 4! O Aphotéke (de graça pra entrar) também é incrível, mas sugiro pegar indicações de como chegar no lugar com um morador, já que o local é bem escondido. Outras indicações são o Smalls (entrada US$ 20) e Terra Blues. Ir ao teatro Seja na Broadway ou em algum espetáculo alternativo, mas não deixe de assistir a uma peça de teatro. A Broadway é onde estão os musicais mais famosos do mundo: O Rei Leão, Fantasma da Ópera, Chicago, e por ai vai… Os ingressos custam em torno de US$ 100 dólares, mas, quem quer pagar mais barato pode ficar na fila de espera uma hora antes do espetáculo (sai pela metade do preço) ou comprar pelo Ticket Master. Fui no Sleep No More é bem mais alternativo (US$ 82). O espetáculo é uma apresentação totalmente diferente de tudo que você já viu (amei, recomendo muito). Outras opções excelentes são: Fuerza Bruta, Drunk Shakespeare e teatros menores como o The Flea Theater. Comer bem e barato Nova York é um paraíso pra quem gosta de comer bem. Além dos restaurantes serem excelentes, tem comida de todas as partes do mundo. A boa notícia é que dá pra achar alguns lugares que não são caros, desde o famoso fast-food Shake Shack, até a deliciosa gastronomia asiática do Laut. Todas as dicas estão neste post.
Uma das comidas tailandesas deliciosas da viagem 😛
Gospel no Harlem Assistir um culto com música gospel é uma das atrações mais legais de Nova York. O Harlem é o lugar mais famoso, onde estão as igrejas mais tradicionais da cidade. Porém, algumas delas não são tão abertas para receber turistas. As indicações são na 1st Corinthian Baptist Church, Canaan Baptist Church of Christ e Abyssinian Baptist Church. O Brooklyn também tem várias igrejas que são mais abertas aos turistas como a Brooklyn Tabernacle. Mais matérias sobre Nova York: Nova York: tudo que você precisa saber antes de viajar Gastos de 15 dias em Nova York Rolé no Brooklyn: atrações, restaurantes e hospedagem Comer bem e barato em Nova York Fonte: Blog Gira Mundo

Inhotim + BH em três dias

em

Inhotim e BH em 3 dias Não dá mesmo pra definir Inhotim, porque a experiência de cada pessoa que visita o local é única. O que eu posso dizer é que me surpreendeu, de verdade. Eu sou apaixonada por arte e há um tempo queria tirar uns dias pra conhecer o maior museu de arte contemporânea a céu aberto da América Latina – mas vou te falar que até quem não curte taaanto arte gosta muito de lá. O Instituto de Inhotim é um museu-parque-reserva ecológica, que fica na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais. São 23 galerias e mais de 20 obras espalhadas por 96 hectares(!!!). Ou seja, o espaço é gigantesco e rodeado por plantas e um paisagismo lindíssimo, o que dá um respiro entre as atrações. Dá uma olhada de como foi minha viagem e lá embaixo tem todas as dicas 😉
Um dos visuais de Inhotim
Meu roteiro Dia 1: Rio de Janeiro > Belo Horizonte > Brumadinho >> Saí do Rio no dia anterior, às 23:30, e chegamos às 6h em BH. Para conhecer um pouco da cidade, deixamos as mochilas na rodoviária (R$ 12 por 24h). Belo Horizonte ainda não tinha acordado, fomos andando no centro até a confeitaria Mole Antonelliana (20min de caminhada), que era um dos únicos lugares que abriam às 7h30 para tomar um café com pão de queijo – uma delícia por sinal! >> Logo depois, fomos ao Parque Municipal (5min de caminhada) e aproveitamos pra tirar um cochilo na grama. Saindo de lá, fomos andando até a Praça da Liberdade (15 min de caminhada), visitamos o Memorial Minas Gerais e seguimos caminho para o Mercado Municipal (20min de caminhada). > Vale muito a pena conhecer o mercado, que tem produtos de todos os tipos, inclusive delícias mineiras: doce de leite, goiabada, queijo…Outra grande atração do local é o restaurante Casa Grande, imperdível! Um prato bem servido para um pessoa custa na faixa de R$ 26 – 29. Mas se prepare porque a fila de espera é grande.
Eu pedi o prato “almôndegas exóticas”, que são almôndegas de carne seca, rechadas com queijo e molho de abóbora
>> Às 17h fomos para o ponto da Praça Sete e pegamos o ônibus para Brumadinho (veja abaixo em “como ir”).
Uma alternativa em Belo Horizonte é conhecer a Pampulha, que tem um parque lindo e opções excelentes de restaurantes! Fica um pouco mais longe, mas nada que um ônibus ou um Uber não resolvam 😉
Dia 2: Brumadinho Tiramos o dia todo para conhecer Inhotim. À noite, nos recomendaram um restaurante chamado Ponto Gê, em Brumadinho. Custa R$ 40 por pessoa e você pode comer o quanto quiser. A especialidade é mineira + natureba e o ambiente é aconchegante. Não achei nada demais e caro para o que eles propõem, mas não tem nenhuma outra opção melhor na cidade.
Na galeria 14, de Valeska Soares
Dia 3: Brumadinho > Belo Horizonte > Rio de Janeiro Também chegamos cedinho no parque e às 19h pegamos o ônibus intermunicipal de volta pra BH. Às 23:30 saía nosso ônibus de volta pro Rio. +informações super úteis! Quando ir? De preferência em dias sem chuva, já que a circulação pelo parque é toda ao ar livre. Vale a pena ir à Inhotim durante a semana, quando tem menos visitantes. Como ir? >> Nós pegamos o ônibus intermunicipal na Praça Sete, centro de Belo Horizonte. Ele passa até meia noite e custa R$ 8,20. Foi perrengue na ida (porque tava muito cheio) e tranquilo na volta. A viagem da ida durou 2h30 e da volta 1h30. >>O ônibus da Saritur sai de terça a domingo da rodoviária de BH. Veja os horários e preços aqui: http://www.saritur.com.br/. :>> Pra quem vai de carro, são 60km de Belo Horizonte até Brumadinho! >> Quem sai do Rio de Janeiro tem a opção de comprar passagens de ônibus da viação Cometa ou Util com vários horários de partida. Veja mais aqui: http://www.novorio.com.br Onde se hospedar? Eu fiquei no Hostel 70 e o quarto para casal com banheiro compartilhado e café da manhã custou R$ 90 a diária. O hostel era bem simples, não fiquei super satisfeita porque o café da manhã era bem fraco, mas a cama era confortável e o banho quente 🙂 Eles têm duas unidades, uma no centro de Brumadinho e a outra mais próxima ao parque (a que eu fiquei). >> Vale a pena se hospedar em Brumadinho para ficar menos cansativo. Depois de passar o dia todo andando pra lá e pra cá no parque, ninguém merece pegar 60km de estrada. Só que realmente, a cidade não tem nenhum atrativo além de Inhotim, nadica de nada. Quanto tempo ficar? Dois dias de visitação no parque são suficientes para conhecer tudo. Um dia é muito pouco, não dá tempo mesmo! Em três dias é possível ver tudo com calma. Vale a pena pernoitar em Brumadinho pra ficar menos cansativo. Quem não gostar de andar, pode alugar carrinhos pra circular dentro do parque.   Onde comer? Na hora do almoço tem um restaurante baratex, o Helio Oiticica. Você paga R$ 22 e coloca o quanto de comida quiser (mas só pode uma vez). É gostosinho! Há também lanchonetes e outras duas opções como o Restaurante Tamboril e o Bar do Ganso, que são mais caros. Quanto custa e quais são os horários de visitação? Segunda: fechado Terça e quinta: R$ 25 Quarta: grátis 🙂 Quinta a domingo: R$ 40 >> Há meia entrada para estudantes, professores, crianças de 6 a 12 anos e idosos. >> É possível comprar passaportes com desconto se você for ficar mais dias. Nós compramos o de dois dias e custou R$ 35. >> Horários de terça a sexta: 9h30 às 16h30; sextas, sábados, domingos e feriados: 9h às 17h30. Mais informações aqui: http://www.inhotim.org.br/ Como visitar o parque? A quantidade de atrações assusta mesmo! Mas relaxa, que em dois dias dá pra ver tudo. A dica é simples: divida os dias em duas partes. Um dia todo na parque laranja e outro na parte amarela + rosa. Saiu do parque e tá sem carro? Pra resolver isso nós fizemos da forma clássica, pedindo carona. Deu certo 🙂 Do que eu mais gostei? Gosto não se discute, ainda mais quando se trata de arte contemporânea. Mas, se eu for listar o que mais me chamou atenção foi: Galeria Psicoativa do Tunga, Galeria Adriana Varejão, GalpãoGaleria Lygia PapeGaleria Miguel Rio Branco e a obra de Doug Aitken. Quanto custou minha viagem (Inhotim + BH em três dias)? Ônibus Rio-BH-Rio: R$ 200 Ônibus BH-Brumadinho-BH: R$ 16,40 Comida: R$ 200 Ingresso de Inhotim: R$ 35 Total: R$ 451,40 Fonte: Blog Gira Mundo